Mãe é mãe – Especial LUZIA

Para celebrar esse Dia das Mães, batemos um papo com três mulheres reais, que vivenciam a maternidade de maneiras muito distintas, mas que tem em comum muita coragem, amor e força. 

Para celebrar esse Dia das Mães, batemos um papo com três mulheres reais, que vivenciam a maternidade de maneiras muito distintas, mas que tem em comum muita coragem, amor e força. Durante essa semana, você confere aqui um pouquinho sobre as percepções e experiências dessas mulheres incríveis.

Hoje, vamos falar sobre a Luzia, de 25 anos. Mãe do Arthur (3) e do Théo (1), descolada e puro alto astral, a Luzia nos conta sobre as alegrias e as dificuldades da maternidade na vida dela. Uma conversa superlegal e sincera, que você confere agora:

#NAREAL – Ser mãe foi planejado ou aconteceu naturalmente? 

Luzia - Não, nada (risos). Eu namorava há três meses com meu atual marido quando engravidei do Arthur. Eu chorei horrores a gestação inteira. Imagina, eu morava e trabalhava com meus pais, recém tinha começado a faculdade. Mas logo fui morar com ele (o marido) e, de repente, já tinha um marido, uma família, uma casa. Tem que cuidar de tudo, mas a gente dá conta, dá tudo certo no final. O Theo já foi planejado.

#NAREAL – Como foi viver toda essa experiência tão jovem?

Luzia - Na primeira gestação, eu não chorei quando ele nasceu. Eu tive os dois de parto normal, então eu acho que de tanta dor a gente não consegue chorar (risos). Eu chorei mesmo no quarto, quando vi a emoção da minha mãe e da minha sogra.

É estranho, é bem estranho. Você passa a fazer tudo para esse novo ser. Tudo muda. E tem o lado negro da maternidade também. Porque parece que o parto é lindo, amamentar é lindo. Não é fácil, é dolorido. A queda de cabelo, a troca de hormônios, o humor com o marido – que tem que aguentar bastante a gente nessa fase (risos). Mas os dois saíram lindos, saudáveis, então é isso que importa.

#NAREAL – Você acredita que toda mulher nasce mãe ou existe uma pressão social quanto à maternidade?

Luzia - É muita pressão. Um exemplo são minhas primas que, depois que eu engravidei, começaram a ser pressionadas pela família para engravidarem também. E, nesse momento, o psicológico da mulher não ajuda. Eu tenho amigas que ficaram um, dois anos tentando. Assim como também existem mulheres que não querem ser mãe.

Outra questão muito levantada é o parto - normal, humanizado, cesárea. Eu acho que parto humanizado é aquele que a mulher se sente bem em ter. A decisão é da mulher. Algumas mulheres têm muito medo de fazer parto normal, mas eu tinha muito medo de fazer parto cesárea, por exemplo. 

#NAREAL - Qual conselho você daria para uma mãe de primeira viagem?

Luzia - É complicado opinar na vida dos outros. Mas eu, por um lado, agradeço por ter sido mãe nova. Porque agora eu vou começar uma outra vida: a profissional. Mas quem já começou a trabalhar, a fazer faculdade, minha dica é terminar isso antes, porque é cansativo (risos).

#NAREAL - Como você encarou as mudanças no seu corpo?

Luzia - Nessa última gestação eu consegui voltar à forma rápido. Mas eu tenho até vergonha de falar (risos), porque tudo cai, surgem estrias, celulite. É outro corpo, e isso pra mulher é muito difícil.

#NAREAL – Qual o principal assunto nas rodas de mães?

Luzia - Geralmente a gente desabafa, né (risos). Por mais que o pai exerça o papel de pai, mãe é mãe, não adianta. Os filhos correm pra mãe antes. Aí quando o pai faz alguma coisa, todo mundo supervaloriza e acha o homem um grande pai, participativo.

Eu tenho bastante ajuda do meu marido. Algumas amigas têm maridos que ajudam mais e outros que ajudam menos. E, quando é para comparar, sempre pensamos que não podemos reclamar porque eles ainda ajudam em alguma coisa. Mas na verdade, não podemos nos contentar só porque temos amigas com maridos que são piores e mais ausentes.

#NAREAL - Qual a melhor parte de ser mãe?

Luzia - O carinho que eles dão. No final do dia você chega em casa e eles estão lá, te enchendo de abraços e beijos. Aí compensa tudo. Eu não posso falar muito, porque já me emociono (risos), mas o amor que eles dão é muito puro.

#NAREAL - Pra você, ser mãe é...?

Luzia - A gente vive por eles. Eles são tudo. Nós vamos fazer tudo por eles sempre, a vida inteira. E tudo passa muito rápido. O Arthur já começou a ir pra escola e nem dá tchau. Ele só vai. E eu pergunto, “e o meu beijo?” (risos). Então nós temos que aproveitar agora. Dormir com eles, abraçadinhos é ótimo. Ai não sei, eles são tudo (risos).

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